7/28/2017

CRÔNICA DE SAMPA




ESTAMPARIA

Como já disse anteriormente comecei minha vida profissional e trabalhei durante um bom tempo no ramo financeiro trabalhei também como engenheiro mecânico em metalúrgica e no ramo de refrigeração e ar condicionado, atualmente estou no ramo têxtil.
Desde 2004 trabalho na Têxtil Sublipaper Ltda, como representante comercial, fazemos estampas em sublimação no sistema corrido e digital, em duas fábricas no bairro do Brás na capital, base do tecido preferencialmente em poliester e outra fábrica em Itupeva no estado de São Paulo onde fazemos estampas em pigmento, bases principais algodão e viscose.
Estou aposentado desde 2006, mas pra variar o valor é baixo, e ainda bem que ainda tenho saúde para trabalhar e complementar minha renda.
Eu já passei por outras crises, mas a situação hoje do nosso país é preocupante, mesmo assim não podemos desistir. Eu ouço essa frase desde os meus tempos de jovem: "Não pense em crise, trabalhe". 
Estou(amos) a 17 anos no ramo têxtil. Caso haja interesse em conhecer o  meu(nosso) trabalho, estou(amos) nas redes sociais, https://www.facebook.com/textil.sublipaper/ www.instagram.com/sublipaper/ e o meu(nosso) endereço eletrônico é www.sublipaper.com.br. e o meu e-mail é uchoaricardo@gmail.com
Somos brasileiros, não desistimos nunca, e estamos à disposição para outros esclarecimentos, caso necessário. 
Ainda sou tricolor e nunca fui rebaixado, vamos sair dessa má fase, pode escrever aí.


Fui!


Olhem eu aí... em plena atividade


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Ricardo Uchôa Rodrigues        

RAY CUNHA



A vida começa aos oitenta




O poeta Heitor de Andrade é editado pela Siglaviva


BRASÍLIA – A noite não tardaria quando Heitor Andrade e eu nos sentamos no calçadão da confeitaria Panini, na Quadra 103 do Sudoeste, segunda-feira 24. A temperatura estava agradável; acredito que fizesse 21 graus, semelhante à cabine dos jatos comerciais. Ele pediu chocolate e croissant e eu, café com leite e pão com manteiga. Heitor é um garoto de 80 anos; poeta baiano, primo de Glauber Rocha, com quem teve sua vida entrelaçada. Eu tenho praticamente 63 anos, mas sempre que nos encontramos, engatamos papo de horas, com o mesmo interesse de rapazinhos.
Fui vê-lo mais cedo, no prédio da Editora Thesaurus, no Setor Gráfico, a poucos minutos do Sudoeste, e onde o Heitor mora atualmente. Ele queria me falar do projeto no qual está empenhado: transformar um dos pavimentos do prédio da Thesaurus em centro cultural, com atividades de cinema, teatro, galeria de artes plásticas e café literário, local onde escritores de Brasília possam vender seus livros. E também queria que o examinasse.
Heitor é da estirpe de Pablo Picasso; sua energia pré-celestial, apesar de todos os excessos, ainda é exuberante. Fiz anamnese, observei-lhe a língua e os pulsos, e, basicamente, além de orientá-lo a beber dois litros de água por dia, limpei-lhe o meridiano dos pulmões e tonifiquei baço e rins. Depois, fomos caminhando à Panini.
Às 19 horas, começou a reunião de estudo da Seicho-No-Ie, no mesmo prédio da Panini; convidei o Heitor para participar da reunião e ele aceitou. Subimos. Íamos começar o estudo do primeiro volume da coleção A Verdade, de Masaharu Taniguchi. Heitor retirou-se mais cedo, pois a sessão de acupuntura começou a fazer efeito; como ele não estivesse dormindo bem, apliquei nele o ponto extra yintang, situado entre as sobrancelhas. Disse que estava começando a sentir sono, despediu-se e voltou para casa.
Natural de Salvador, o escritor é pioneiro na vida cultural e jornalística de Brasília, nos anos de 1960, os momentos heroicos da nova capital do Brasil. Agitador cultural, Heitor apresenta, na noite brasiliense, o Teatro do Imprevisto, criação sua. Nas apresentações, improvisa e dialoga com a plateia, sempre instigante. O cineasta Renato Cunha, editor de Heitor Andrade, trabalha num documentário longo sobre o poeta, com produção de Kim Andrade, primo e produtor de Glauber Rocha.

Segue texto sobre a edição comemorativa de CORPOS DE CONCRETO


Siglaviva tem a honra de trazer para o leitor a edição comemorativa de 50 anos de Corpos de Concreto, editado em 1964, às portas do golpe militar, pela Imprensa Oficial da Bahia, órgão à época sob a direção do professor Germano Machado, que aqui nos brinda com uma apresentação especialíssima. Germano Machado, além da nobre atitude de apostar num poeta iniciante, foi o responsável por salvar 100 exemplares da edição, que acabaria sendo queimada lá mesmo, no pátio da Imprensa. E foi por isso — pelo ato corajoso de um homem que, naqueles idos, havia sido equivocadamente tachado de reacionário pelos meios de comunicação — que esta edição comemorativa se torna agora possível.
Homenageamos aqui, então, não somente Heitor, mas também Germano. Após décadas sem se ver, eles se reencontraram em janeiro deste ano em Salvador, mediados pela produtora cultural e atriz Tina Tude. O reencontro — Heitor com 76 anos e Germano com 87 — reacendeu a importância de Corpos de concreto para a literatura baiana e brasileira e rememorou a conjuntura política que o tornou o primeiro livro no país a entrar para o índex da ditadura militar.
Na verdade, Heitor sofreu em sua carreira literária por um motivo apenas: por se desvencilhar tanto da direita como da esquerda, optando por uma politização fora dos eixos delimitados. Heitor sempre foi do partido da poesia, da cosmopoética, totalmente libertário e sem dogmas. E, assim, acabou por prever — não sei se utilizando as cartas do tarô — a morte da ideologia no país, uma morte que hoje é ilustrada pelo próprio panorama político. Mas e a poesia? A poesia — vale dizer —, apesar de parecer o contrário, não morreu; nunca morrerá.
Deleitem-se, então, com ela, com a poesia inaugural de Heitor Humberto de Andrade — ou, simplesmente H2A, como ele prefere ser chamado —, poesia merecidamente festejada nestes 50 anos de sua primeira publicação.
Heitor Humberto de Andrade é poeta e jornalista. Jornalista pela fome, poeta pela sede. Publicou Corpos de Concreto (1964), Sigla Viva (1970), 3x1, a matemática do poema (1978) — que, além dos dois anteriores, traz o inédito Probabilidade do jogo —, Nas grades do tempo (1994), Minha moldura é o Universo (2012) e O cão selvagem (2013). Mentor intelectual e espiritual desta editora, comandou, no final dos anos 60 e início dos 70, juntamente com o artista plástico Sami Mattar, o movimento cultural Sigla Viva, que promoveu a integração da sensibilidade humana com a artística.

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♦♦♦ RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, é o mais antigo colunista do Jornal do Feio

7/12/2017

ANIVERSÁRIO





BERNARDINO NO “BERÇO”






O redator, colunistas e colaboradores do Jornal do Feio, sentem-se felizes em cumprimentar o amigo BERNARDINO SANTOS pelo transcurso de sua data natalícia, com votos de felicidades e longa vida.

Um grande abraço Berna.
















7/11/2017

RAY CUNHA


Receba em casa livros de contos de Ray Cunha



                  Ray Cunha no Marco Zero do Equador, em Macapá/AP, sua
                  cidade natal, em foto do escritor Fernando Canto (2010)



O romancista e contista Ray Cunha está autografando e enviando a pedido três livros de contos: NA BOCA DO JACARÉ-AÇU, O CASULO EXPOSTO e TRÓPICO ÚMIDO. O pedido deve ser feito para: raycunha@gmail.com, quando deve ser informado o depósito de R$ 40,00 para envio dentro do território nacional e de R$ 60,00 para envio para o exterior. Os livros serão entregues pelos Correios no endereço indicado. O depósito será feito na seguinte conta: Banco Itaú – Agência 0198 – Conta Corrente 57503-7.






NA BOCA DO JACARÉ-AÇU – NA BOCA DO JACARÉ, conto que dá título a este livro, é a história do mergulho suicida do arqueólogo Agostinho Castro nos abismos do Mundo das Águas, a confluência dos rios Amazonas, Pará, Tocantins e Guamá. Jacaré-açu é o grande réptil amazônico, que atinge 6 metros de comprimento e meia tonelada de peso; no conto, ele representa a morte.






O CASULO EXPOSTO – Este livro contém dois dos melhores contos de Ray Cunha: INFERNO VERDE e A CAÇA. A Brasília que emerge das suas páginas é uma alegoria à ninfa de Lúcio Costa, golpeada no ventre, as vísceras escorrendo como labaredas de roubalheira, luxúria, depravação e morte nos subterrâneos de Brasília, onde chafurda uma fauna heterogênea: amazônidas que deixaram a Hileia para trás e tentam sobreviver na Ilha da Fantasia; jornalistas se equilibrando no fio da navalha; políticos do tipo mais vagabundo, que não pensa duas vezes antes de passar a mão em merenda escolar; estupradores; assassinos; bandidos de todos os calibres; tipos fracassados e duplamente fracassados, misturando-se numa zona de fronteira fracamente iluminada.

INFERNO VERDE conta a história do repórter Isaías Oliveira, num duelo com o sinistro traficante Cara de Catarro. A trama se passa em Belém, Brasília e na ilha de Marajó.

Em A CAÇA a filhinha de um professor é sequestrada em Belém do Pará. Ao investigar o sequestro disposto a encontrar sua filha, viva ou morta, o pai encontra o fio da meada na nascente Palmas, capital do estado do Tocantins, e descobre uma quadrilha internacional sediada nos Estados Unidos dedicada ao tráfico de crianças para escravidão sexual.

TRÓPICO ÚMIDO – Três contos longos, com pano de fundo em quatro cidades da Amazônia: Belém, capital do Pará; Macapá, capital do Amapá; Manaus, capital do Amazonas; e Rio Branco, capital do Acre.

INFERNO VERDE conta a história do repórter Isaías Oliveira, num duelo com o sinistro traficante Cara de Catarro. A trama se passa em Belém, Brasília e na ilha de Marajó.

LATITUDE ZERO se desenrola em Macapá, cidade situada no estuário do maior rio do planeta, o Amazonas, na confluência com a Linha Imaginária do Equador; um punhado de jovens começa a descobrir que a vida produz também ressaca.

A GRANDE FARRA narra as peripécias do jovem repórter e playboy Reinaldo. Candidato a escritor, ele gasta seu tempo trabalhando como repórter, bebendo e se envolvendo com inúmeras mulheres. A novela tem sua geografia em Manaus, encravada no meio da selva amazônica, e em Rio Branco, no extremo oeste brasileiro.

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♦♦♦ RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, é o mais antigo colunista do Jornal do Feio


ELEIÇÃO


SHEILA FARO DE NOVO!






A
 comissão eleitoral do Sindicato dos Jornalistas do Pará/ SINJOR, presidida pelo jornalista Carlos Eduardo Barbosa da Silva, declara eleita a chapa "Sou mais SINJOR": por uma categoria unida", encabeçada pela jornalista Sheila Faro,- que recebeu 88% dos votos válidos, na última quinta-feira (29),- para a Diretoria Executiva do SINJOR-PA Triênio 2017/2020.

7/06/2017

AVANÇO


Banpará inaugura novas instalações da agência de Icoaraci



OBanco do Estado do Pará (BANPARÁ) inaugurou nessa segunda-feira/3 as novas instalações da agência Icoaraci. O espaço de 500 metros quadrados é mais confortável para clientes e funcionários e adaptado às exigências de acessibilidade, dispondo de rampa de acesso ao prédio, piso tátil e banheiros para cadeirantes. Participaram da inauguração, entre outras autoridades, o presidente do Banpará, Augusto Costa, o vice-governador Zequinha Marinho e o chefe da Casa Civil, José Megale.
Augusto Costa disse que a meta dessa gestão é levar o Banpará a mais de 100 municípios do Estado. "Trabalhamos para fortalecer e ampliar a marca do banco. Hoje estamos em 96 municípios do Estado e não medimos esforços para garantir a satisfação dos nossos clientes. Dispomos de produtos e serviços de qualidade com vistas à prática de nossa missão em auxiliar o desenvolvimento econômico e social do Pará. Essa nova estrutura facilitará ainda mais os serviços e, consequentemente, trará bons resultados para esse distrito tão importante”, disse.
Ele destacou o prêmio recebido pelo Banpará como o terceiro melhor banco na categoria varejo, concedido pelo Finanças Mais Broadcast, do jornal “Estadão”. “Tivemos a grande honra de concorrer a este prêmio, que colocou nosso banco entre os melhores do varejo. Apesar de regional, o Banpará cresce e alcança proporções avaliadas nacionalmente, servindo de modelo para as demais instituições financeiras brasileiras no quesito tecnologia, com o espaço conceito digital”.
O vice-governador Zequinha Marinho lembrou os tempos difíceis que o banco já passou. “Quem vê o Banpará crescendo dessa forma talvez não se lembre das grandes dificuldades encontradas nesse caminho, mas o banco trabalhou, driblou as crises, e hoje se apresenta como um dos melhores na sua categoria”, pontuou.
As novas instalações do banco eram aguardadas pela população e funcionários, disse a gerente geral da agência, Simone Souza. “O Banpará é uma instituição forte, sólida, e cumpre a missão institucional de servir à sociedade e contribuir com o desenvolvimento. Trabalharemos para captar mais clientes e melhorar os resultados para cada vez mais colocar o Banpará em local de destaque. Este novo prédio nos dá mais tranquilidade, comodidade e agilidade para os clientes nas transações bancárias”, concluiu.
Serviço: a agência Banpará Icoaraci está localizada na Travessa Lopo de Castro, 872, no Cruzeiro. Atendimento ao público no horário de 10h às 16h. O autoatendimento funciona das 8h às 18h

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Renan Lobato

Agência Pará
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N. do R. – O povo da minha Vila Sorriso sente-se feliz com a presença do Banco do Estado do Para (BANPARÁ) entre nós.

7/01/2017

ANIVERSÁRIO


Parabéns ADELMO


É
-me sumamente grato registrar o aniversário natalício de um irmão, amigo, parceiro... um cara fora-de-série, ADELMO MENEZES DA SILVA, técnico em informática pela Faculdade de Ciências Avançadas do Pará (FEAPA), e figura bastante estimada na sociedade “que é feliz todo o dia sem olhar no calendário”, - segundo Pires Cavalcante – a nossa Icoaraci
Sua mãe, a Contadora Telma Menezes, regozijada pelo magno evento, organizou um elegante café da manhã - que reuniu a família e amigos – realizado em sua bela residência no Conjunto Lopo de Castro.
Mas a festa não parou por aí.
Mais tarde, ás 17 horas será celebrada Missa em Ação de Graças, na Matriz de São João Batista e Nossa Senhora das Graças;
Outro motivo de alegria para o Adelmo, - “Aniversariante do Dia”: Na semana que passou na festa Junina da Escola Menino Jesus e Autentico, onde a sua filha Ágatha Yohanna Diniz Menezes, é aluna, concorrendo com várias candidatas, ela foi eleita “Miss Simpatia 2017”.

Parabéns duplos a Adelmo Menezes.         

  Nas fotos um aspecto da festa da ÁGATHA