12/12/2017

CRÔNICA DE SAMPA



SERAPHINE




H
oje em dia são raras as pessoas que não tenham pelo menos um bichinho de estimação, os mais comuns sãos gatos ou cachorros sendo que umas se apegam tanto aos bichinhos  que os amam como se fossem seres humanos.
Que tal sair da mesmice e adotar um Pet diferente dos tradicionais. Foi o que aconteceu com o meu filho Fábio.Ele deu de presente para sua ex mulher a cerca de 10 anos atrás uma cobra Jiboia. Devidamente licenciada, catalogada, liberada pelos órgãos competentes e legalizada pelo IBAMA.  Inclusive eu fui com o meu filho compra-la na Cobasi da Av. Marginal aqui em Sampa, ela tem  até um chip que lhe foi implantado.
Nós a escolhemos entre três outras que estavam a venda na ocasião, ela ainda não tinha um ano, era um bebezinho, e a mais bonita. 
Apesar de ser dócil e inofensiva, cresceu e vive até hoje em um terrário, mas pode ser pega normalmente, colocada no pescoço que não oferece perigo algum. Ela é levada periodicamente em um veterinário, pesada, medida e avaliada por profissional competente.
Normalmente faz o maior sucesso com as visitas, exceto algumas pessoas que não chegam nem perto só a admiram de longe inclusive... a minha esposa é uma delas.
Fui visitá-la recentemente mas não pude pegá-la, pois estava trocando de pele, estava com uma aparência muito boa  mas nesta época ela fica praticamente inerte, mas com  uma beleza ofuscante.
Hoje ela está medindo aproximadamente 2,5 metros e ainda se alimenta de ratos a cada 15 dias. Começou com camundongos passou para mercolóis e hoje saboreia um porquinho da Índia.
Ela é bem mansinha mas totalmente indiferente, não faz festinha pra ninguém mas é boa companheira, pra quem gosta é claro! 
Seguem fotos dela, bebezinho. outra com três anos e uma mais atual. 

Saudações tricolores

EM TEMPO: Meus parabéns ao Clube do Remo - Filho da Glória e do Triunfo - pela conquista do Tetra Campeonato de Basquete Regional, ontem no Ginásio Serra Freire. Deu de 58 x 49 no Grêmio Literário Português.
Como eu sei? Ora, eu escuto a Rádio Clube do Pará - a sempre Poderosa – aqui em Sampa


Seraphine, bebezinho

.


                                          Seraphine e agradando!...


                            Seraphine fazendo pose para os leitores

♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ricardo Uchôa Rodrigues     

HOMENAGEM








12/08/2017

MEMÓRIA



Obrigado, Abílio



     O LIBERAL


O LIBERAL na edição de hoje publica:

“Paysandu perdeu o grande benemérito Abílio Couceiro. Abílio tinha 82 anos e faleceu na madrugada de ontem. A causa da morte não foi divulgada pela família.  Abílio era integrante de uma das famílias mais tradicionais do Papão e ficou conhecido pela chegada de grandes contratações no Alviceleste na época em que foi diretor de futebol, como a do goleiro Castilho, titular na histórica vitória por 3 a 0 diante do Penãrol, em 1965. Abílio era irmão de Antônio Couceiro, ex-presidente do Paysandu, e tio de Tony Couceiro, atual presidente do Alviceleste. A história de Abílio com o clube paraense iniciou com a paixão do pai, Armando Couceiro, que criou os 11 filhos na “Casa Paissandú”, um pequeno comércio que ficava localizado na rua Ó de Almeida, esquina com a Benjamin Constant, em Belém.
Abílio Couceiro foi relações públicas do Paysandu na década de 60 e depois foi nomeado diretor de futebol. Foi Abílio Couceiro que convidou Giórgio Falângola para se associar ao Paysandu e ser seu presidente. Abílio Couceiro teve muitos feitos no Paysandu. Um deles foi ajudar a ajudou a livrar a sede social de um leilão por dívidas com o INSS, em 1970 e foi decisivo na contratação do goleiro Castilho, jogador do Fluminense e da seleção brasileira”.

Abílio era tudo e mais alguma coisa. Era sério, honesto, disciplinado, grande profissional e formador de outros publicitários que seguem o seu exemplo.
Eu sou um deles.

Demitido da Artplan Publicidade - Rio -, após 10 anos de atividades e dedicação à agência de Roberto Medina, onde aprendi tudo sobre publicidade, marketing e relações públicas, uma bela manhã de terça-feira, passeando em Copa – às proximidades do Copacabana Palace – encontro o Abílio que não via há bastante tempo, senão na apresentação do Frank Sinatra alguns anos antes, quando Romulo Maiorana levou alguns amigos para a “voice” no Rio Palace.

Abílio Couceiro era um deles.

Conversa vai, conversa vem. Abílio perguntou-me se não queria voltar a Belém. Na capital paraense teria algumas vantagens dentre elas ficar perto de meus pais. Dos parentes, amigos e antigos colegas. E, mais: poderia engrenar na Mercúrio Publicidade.
Meu deu uma semana para decidir.

Com a minha decisão ele mandou a passagem peça Varig.

Engrenei na Mercúrio onde passei algum tempo. Aprendi a realidade da casa com Fernando Jares Martins. Walter Rocha, Walter Rocha Filho (Waltinho); Iram Lima .... e outros era uma equipe quente, criativa.
Nesse período a Delegacia Regional Trabalho estava dando as últimas oportunidades de registro de “Publicitário” os profissionais que provassem ter exercido a profissão há mais de 10 anos, baseado numa Lei assinada por Jarbas Passarinhão, nos tempos em que foi Ministro do Trabalho.

Toda a papelada foi organizada por Fernando  Jares  Martins.

Passado alguns dias vejo o Abílio Couceiro com uma pasta contendo um calhamaço de papeis, assinando tudo que seria enviado a DRT.Pa.
Sete dias após fui chamado à Delegacia do Trabalho para assinar um livrão, que me dava o direito, em toda plenitude, de exercer a profissão de Publicitário. E qual foi minha surpresa: contava (constava, como consta até hoje  - Publicitário, Registro 1Livro1 - Fls. 1. Era exatamente 11 horas do dia 28 de setembro de 1983. Há 34 anos.
No retorno à agência fui agradecer ao Abílio. Ele – que não era muito chegado a elogios - ao me ver perguntou; “Deu tudo certo? Ótimo. Vamos trabalhar”. Devido à minha insistência, ele disse apenas: “Fiz a minha obrigação e cumpri o meu dever. E muito melhor se trabalhar com profissionais. Quanto ao registro, tenho certeza que irá honra-lo”.
E encerrou o papo.

Duas pessoas são responsáveis pela minha atividade publicitária. Um foi Roberto Medina. O outro foi Abílio Couceiro que ontem /7 retornou ao Pai. Assim como apóstolo Paulo, combateu o bom combate e guardou a fé.

Obrigado, Abílio.

Logo mais a gente volta a se encontrar.

12/02/2017

CRÔNICA DE SAMPA



Comer! Comer!




A
 culinária no Brasil é reconhecida internacionalmente, destaque para a culinária paraense sendo que Belém foi reconhecida pela UNESCO como a "Cidade criativa da gastronomia em 2015.
Agora de 07/ a 11/11/2017 será realizado em Belém, pela primeira vez no continente americano, o Encontro das cidades Criativas. Chefs nacionais e internacionais apresentarão pratos diversos destaques para a culinária e os temperos paraense.
O Brasil, além do Pará, prima pela boa culinária, em cada canto deste país, encontramos pratos regionais que primam pelo sabor, destaque também para frutas e legumes, que abundam pelos campos, pois ainda temos a maior área agricultável do mundo.
Recentemente a TV Cultura aqui de Sampa passou um documentário produzido pelo nosso amigo de infância o Professor Valdemar Jorge, para nós o Dema, percorrendo  três regiões brasileira,  Pará, Bahia e Minas mostrando o quanto é vasto a produção de alimentos aqui no Brasil.        
O Dema participou também recentemente do programa  Hora da Cidadania, do Ed Valadão na rádio Trianon, juntamente com a professora Dra. Lia, especialista em economia administrativa, explicaram o que está sendo feito e como podemos explorar melhor a produção de alimentos em nosso país. Foram muito eficientes em sua explicações, show de bola!  Eu e meu amigo Giba participamos da mesa, como ouvintes.
Aqui em Sampa, é a região do Brasil, que encontramos os mais diversos restaurantes de comidas típicas, não só do Brasil, mas internacional também. Além das mais procuradas, portuguesas, italianas, espanhola, japonesa, encontramos pratos exóticos de diversos países, recentemente fomos a um restaurante da Mongólia, o "Tantra Mongolian Grill", onde você prepara o seu próprio prato e escolhe o tempero. Pode seguir a receita da casa ou usar a sua criatividade, e o prato é preparado na hora em um forno gigantesco. 
Recebi a indicação do restaurante Mis Saigon, comida típica vietnamita,, localizado aqui em Sampa, dizem que é muito bom! Espero que em breve possa ir lá conferir.
Comer bem é uma arte,  agrada o paladar, e nos dá prazer.
Como diz a musica, Comer! Comer! É o melhor para poder crescer, na minha idade só se for para os lados.

Bom apetite!

Meus cumprimentos (duplos) ao meu irmão Aldemyr:
a)     Pelo Corinthians;
b)     Pelo Flamengo                  
Quanto ao Payssandu... não foi rebaixado!!!

Sou mais o Clube do Remo!


Tucupi


Tantra

Rádio Trianon

Eu de  novo na Trianon

♦ ♦ ♦ ♦ ♦ ♦

Ricardo Uchôa Rodrigues     

11/30/2017

APERFEIÇOAMENTO


Assessores de Comunicação farão curso na EGPA




Na tarde dessa quarta-feira/29, no auditório do Palácio dos Despachos, em Belém, a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) lançou o projeto de um curso gratuito de qualificação em Assessoria de Comunicação. A novidade foi divulgada durante uma reunião com os assessores de comunicação dos órgãos do governo do Estado na capital.
O curso, coordenado pela Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), será ofertado na modalidade a distância para servidores públicos dos municípios paraenses que exerçam atividade na área, e ainda para assessores de imprensa que atuam sem formação profissional.
“Em nosso contato constante com os assessores de comunicação do interior percebemos que, muitas vezes, esse profissional não tem uma formação superior na área. Então, nós pensamos nesse curso de comunicação a distância para ofertar uma qualificação a mais para esse profissional, dando uma diretriz e o incentivando a procurar essa formação superior”, disse Daniel Nardin, secretário de Estado de Comunicação.
Alcance - A metodologia da educação a distância elimina as barreiras de tempo e espaço, e engaja os alunos no universo voltado ao trato da informação, para que ela alcance o público-alvo desejado, garantindo a visibilidade de pessoas, negócios, atividades, eventos etc.
"O secretário de Comunicação Daniel Nardin me convidou para estar junto nesse desafio, e fomos amadurecendo a ideia. Percebemos, com muita satisfação, que poderíamos atingir todos os 144 municípios, e a gente optou por usar essa plataforma de educação a distância. Através dela, em 2017, já atingimos 137 municípios do Estado com nossos cursos a distância, e agora a nossa expectativa é muito grande de levar aos assessores de comunicação de todo o Pará esse espaço de informação”, destacou Ruy Martini, diretor da EGPA.
O projeto do curso foi construído por um grupo de trabalho selecionado pela Secom, composto pelos jornalistas e mestres Dayane Baía, Karlla Catete e Márcio Flexa, e contempla quatro módulos, totalizando 100 horas: Noções Gerais de Assessoria de Imprensa, Media Training, Gerenciamento de Crise e Gestão de Mídias Sociais.
Aperfeiçoamento - “Fizemos um levantamento do que é mais importante hoje, na nossa prática profissional, e que poderia ajudar os colegas que algumas vezes não têm a formação profissional consolidada. Esse curso busca estimular exatamente isso, para que esses colegas que estejam atuando sem formação possam buscar esse aperfeiçoamento. Todos esses módulos são fundamentais na nossa prática diária”, informou Karlla Catete, coordenadora do curso.
A oportunidade de uma qualificação gratuita, com a excelência da EGPA, foi bem recebida pelos assessores presentes ao lançamento. “Acho uma iniciativa muito oportuna, porque, às vezes, o assessor está em um órgão e precisa tomar uma decisão imediata, e a gente acaba agindo pelo instinto. Então, uma capacitação como essa, que vai oferecer um módulo super importante, que é o de Gerenciamento de Crise, vai dar uma base para os assessores nas horas de tomada de decisão. Além disso, toda forma de aprendizado é bem-vinda”, disse Anna Peres, assessora de Imprensa da Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa).
As aulas da primeira turma terão 300 vagas, com início em 15 de janeiro e encerramento previsto para 30 de junho de 2018. Assessores de prefeituras do Pará poderão realizar a pré-inscrição, com exclusividade, a partir desta sexta-feira (30) até 8 de dezembro, pelo link http://ead.egpa.pa.gov.br/eadcursos/?idcurso=40&code=87644
Após esse período, as inscrições serão abertas aos demais assessores até o dia 20 de dezembro. Ao final do curso, os alunos que tiverem aproveitamento do conteúdo e o mínimo de 80% de frequência terão direito a certificado.
________________
Syanne Neno
Agência Pará

RAY CUNHA


Os ETs estão entre nós
No Programa do Jô, Jorge Bessa falou também sobre Medicina Tradicional Chinesa


BRASÍLIA - O provavelmente o livro mais importante publicado em 2017 no Brasil foi lançado no invisível mercado editorial brasiliense, no dia 14 de setembro, em um restaurante da capital, pela nanica annabel lee, de Brasília: Os discos voadores da Alemanha – Extraterrestres na Segunda Guerra Mundial, de um dos mais brilhantes intelectuais brasileiros: Jorge Bessa.

Bessa, paraense de Belém, economista, psicanalista e acupunturista, foi chefe da Divisão de Contra-Espionagem e Coordenador-Geral de Contra-Inteligência do Estado brasileiro. Participou de missões de Inteligência no exterior, principalmente na extinta União Soviética, e atuou na área de ensino de inteligência e relações internacionais em organizações civis e militares do país, autor de ensaios que vão de Medicina Tradicional Chinesa à presença de ETs entre nós, passando pela história da criação da raça humana.

Os discos voadores da Alemanha – Extraterrestres na Segunda Guerra Mundial vai muito além do título. Trata-se do mapeamento dos registros públicos e sigilosos da presença entre nós de seres de outros planetas, bons ou maus, e sempre mais adiantados tecnologicamente. Bessa explica por que eles não nos atacam em massa ou não se apresentam ao mundo, e o que querem. É o tipo do livro que a gente pega e só larga quando termina. Quando os americanos souberem dele, lançarão imediatamente nos Estados Unidos.

Em 1977, quando OVNIs começaram a aparecer na Baía do Sol, próximo de Belém, eu trabalhava no extinto jornal O Estado do Pará, que fez uma bela cobertura do acontecimento. Jorge Bessa, então oficial de Inteligência do extinto SNI, também estava lá, juntamente com o capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que chefiava a Operação Prato.

Em abril de 2016, Bessa lançou Discos Voadores na Amazônia – A Operação Prato, pela Editora do Conhecimento. Em entrevista para a Rede Brasileira de Pesquisas Ufológicas, o pesquisador Edison Boaventura Júnior conversou com Jorge Bessa, que falou sobre a Operação Prato. Essa entrevista é indicativa do conhecimento de Bessa sobre ufologia, e uma pista do que o leitor devorará em Os discos voadores da Alemanha – Extraterrestres na Segunda Guerra Mundial. Vamos à entrevista:

Edison Boaventura Jr – Como escritor de vários livros e ex-oficial da Inteligência do extinto SNI, o senhor é o primeiro a vir a público admitindo em sua recente obra que participou como coadjuvante na Operação Prato, coordenada pela Aeronáutica. Qual foi a sua motivação para escrever o livro Discos Voadores na Amazônia – A Operação Prato?
Jorge Bessa – Em primeiro lugar, porque muitas pessoas ligadas à ufologia procuravam-me entrevistar para ter minha opinião sobre os fatos, uma vez que eu tinha participado como oficial de Inteligência. Eu sempre dizia que não tinha quase nada a acrescentar ao que foi dito pelo coronel Hollanda, mas, dado a insistência de alguns, resolvi que seria melhor colocar tudo em um livro.
O Segundo motivo foi a observação de que muitas obras e trabalhos sobre ufologia não davam nenhuma importância ao aspecto espiritual da questão. Ora, se o Velho Testamento e outros livros religiosos de diversas outras culturas religiosas antigas fazem referências aos OVNIs, e os resultados das pesquisas mais recentes sobre a civilização suméria falam de seres do espaço que criaram as religiões e mesmo aprimoraram a espécie humana, achei por bem ligar os dois assuntos e apresentá-los em um livro.
Edison Boaventura Jr – Os capítulos de sua obra estão muito ricos em informação ufológica e abordam outros aspectos também e até a questão da ufologia e a espiritualidade. Qual é a principal mensagem do seu livro?
Jorge Bessa – Creio que a humanidade atingiu, em um prazo de 50 anos, um nível de desenvolvimento técnico-científico que não aconteceu ao longo dos últimos 4 mil anos. No entanto, no que diz respeito à realidade do espírito e do universo que o cerca, o homem encontra-se aprisionado em um paradigma newtoniano-cartesiano que o impede de raciocinar e pesquisar além da matéria. No campo religioso a prevalência desse paradigma e a separação entre ciência e religião o torna prisioneiro da pregação irresponsável e infantil de líderes religiosos inescrupulosos e retrógrados, que engordam suas contas bancárias com o dinheiro extorquido dos pobres fiéis, que ainda pagam para obter um pedacinho do céu ou para ver um deus iracundo praticando prodígios de toda ordem.
Portanto, é chegada a hora de as pessoas abandonarem as crenças infantis e se prepararem para esse importante momento de transição planetária que estamos vivendo, e no qual o principado do espírito imortal deve ser difundido. Os extraterrestres – os deuses dos mitos – e os discos voadores que os transportam, fazem parte desse esforço, acostumando aos poucos as populações terrestres com a sua presença, para, em momento não muito distante, apresentarem-se publicamente e trazerem sua contribuição tecnológica e espiritual para nossa humanidade.
Edison Boaventura Jr – Qual foi a intenção de abordar a Espiritualidade atrelada à ufologia em seu livro?
Jorge Bessa – Sem acreditar na sobrevivência do espírito depois da morte, na sua permanente evolução em outros recantos do universo, e na ocorrência dos chamados eventos apocalípticos, fica difícil entender as visitas dos nossos irmãos das estrelas.
Edison Boaventura Jr – O senhor observou OVNIs na Baia do Sol durante as vigílias realizadas pelos integrantes do I Comar (Pará)? Conte-nos a sua experiência.
Jorge Bessa – Foi uma experiência única e inesquecível. Ao chegamos à Baia do Sol, cerca de quinze minutos para as 20 horas, assim que nos reunimos com o pessoal da Aeronáutica, uma imensa bola de luz, parecendo uma lua cheia bem próxima, pairou sobre nós, aparentemente para se exibir, como se as pessoas que a controlavam quisessem se apresentar para quem as procuravam. Esforcei-me por tentar um contato telepático, mas hoje creio que não tinha nenhuma condição de fazê-lo.
Depois de piscar por três vezes, o objeto disparou com grande velocidade, desaparecendo na direção do município de Vigia. O Hollanda acreditava que, de alguma forma, eles sabiam de nossa missão, coisa que não duvido.
Edison Boaventura Jr – O Coronel Filemon Menezes, chefe do extinto SNI em Belém – PA também participava das vigílias noturnas? Como era a sua interação com o capitão Uyrangê Hollanda e o sargento Flávio Costa? Vocês chegaram a fotografar ou filmar os objetos voadores luminosos avistados?
Jorge Bessa – O Filemon nunca participou de nenhuma vigília, pois à época não chefiava a Agência. Tive contato com o coronel Hollanda (à época capitão) em três oportunidades, facilitadas por um outro companheiro do SNI, que tinha sido seu colega na Academia da Aeronáutica, o dr. Maury Eudo Barros Pereira, e que também participou na primeira missão. Tínhamos também a companhia de um capitão da Polícia Militar, que à época estava servindo no SNI, e que realizou as filmagens e fotografias, sendo todo material remetido para a Agência Central, em Brasília. Quanto aos sargentos com os quais fizemos contato, não lembro os nomes.
Edison Boaventura Jr – Antes de sua participação como testemunha desses fenômenos ufológicos, durante a Operação Prato, houve algum interesse seu por ufologia ou vivenciou algum avistamento anterior?
Jorge Bessa – Havia o interesse pelo assunto, mas nem sonhava com avistamentos. Durante o curso das operações, os avistamentos tornaram-se visíveis para qualquer um, e tanto em Belém como nos municípios vizinhos, tornaram-se comuns. Por ocasião das aparições, apresentei-me ao chefe da Agência como voluntário, haja vista meu interesse pessoal pelo assunto.
Edison Boaventura Jr – Qual era a relação do extinto SNI (hoje Abin) e o fenômeno OVNI? Seriam esses aparelhos voadores uma ameaça à segurança nacional?
Jorge Bessa – Na verdade não houve essa preocupação com a segurança nacional. Nós insistimos com o chefe que deveríamos acompanhar o fenômeno, pois Brasília poderia pedir alguma coisa e tínhamos que estar cientes do que se passava. Pareceu-me que a chefia não levou muito a sério a questão, até ver os filmes e possivelmente ter tratado do tema com o brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, comandante do 1º Comar e que assistiu aos filmes, ficando muito impressionado.
Edison Boaventura Jr – Os relatórios oficiais das investigações ufológicas que foram gerados por sua equipe eram remetidos para qual órgão governamental? Na sua opinião, a Abin coleta esse tipo de informação na atualidade? Que metodologia era utilizada na coleta de informações no ano de 1977 e hoje como são os procedimentos? O que mudou?
Jorge Bessa – Os relatórios produzidos foram enviados para a Agência Central, em Brasília/DF; parece que não despertaram muito interesse; a fenomenologia ufológica estava muito distante das preocupações da Inteligência naquela época, mais voltada para as questões relativas à expansão do movimento comunista e com os movimentos armados contra o regime. Também não havia nenhum setor encarregado desse tipo de assunto, que era acompanhado apenas pelos interessados no tema. Não havia nem determinação de acompanhamento, nem metodologia a empregar.
Esclareço que, quando assumi a chefia da Contra-Inteligência da então Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, apresentei ao general Alberto Cardoso, então ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional e que era o responsável pelo órgão de Inteligência, um documento mostrando a importância de se criar um setor encarregado do acompanhamento dos fenômenos ufológicos, pois os principais serviços de Inteligência do mundo já acompanhavam esse assunto. O general Cardoso autorizou, pedindo apenas que o setor não fosse incluído oficialmente no organograma do órgão. Além disso, me proporcionou contatos excelentes no campo militar, com oficiais generais que tinham experiência com o assunto.
O setor foi criado de forma muito simples em 1996, apenas com duas pessoas que gostavam do tema.  O trabalho inicial foi juntar todo material possível sobre o assunto – livros, jornais e revistas – organizando-o e classificando-o. Também procuramos estabelecer contatos com pessoas ligadas aos diferentes grupos ufológicos para juntarmos experiências e trocarmos experiências, além das organizações militares.
Ocorreu que, pouco tempo depois, por questões internas, pedi exoneração do cargo, e os que me substituíram se apressaram em extinguir o recém-criado setor, pois faziam muitas críticas à essa ideia, considerando-a uma grande besteira. Hoje, desconheço se o assunto voltou a despertar o interesse dos atuais chefes e analistas da Inteligência, mas acho pouco provável que isso tenha acontecido.
Edison Boaventura Jr – Qual foi a conclusão da sua equipe de Inteligência à respeito das luzes não identificadas que apareceram no estado do Pará e circunvizinhanças na década de 70? Qual era o objetivo desse fenômeno em relação às populações ribeirinhas?
Jorge Bessa – A conclusão óbvia é que, à semelhança do que acontecia em outra partes do mundo, o avanço tecnológico de voo que esses objetos demonstravam possuir indicava se tratar de artefatos extraterrestres, embora saibamos que os cientistas de Hitler e mesmo os norte-americanos estivessem desenvolvendo artefatos parecidos. Quanto aos objetivos dos alienígenas, várias hipóteses foram levantadas: levantamento geoestratégico, geoeconômico, população, recursos minerais, ambiente ecológico etc.,  mas nada de concreto poderíamos afirmar.
Edison Boaventura Jr – Quando o senhor criou o setor de investigação e análise de fenômenos ufológicos em 1996, qual era a dinâmica de trabalho e quando foram extintas as atividades do setor e por que? Para onde foram os documentos?
Jorge Bessa – Já respondi anteriormente sobre a dinâmica e a extinção do setor. Pelo que soube, todos os documentos teriam sido enviados ao Arquivo Nacional.
Edison Boaventura Jr – Muito obrigado pelos esclarecimentos e deixe agora as suas considerações finais.
Jorge Bessa – Agradeço pela gentileza da entrevista e aproveito para novamente alertar para a seriedade do momento que atravessamos, de encerramento de um ciclo cósmico para o planeta Terra, conhecido como Juízo Final ou Transição Planetária, conforme tenho abordado em meus livros: Decifrando as Profecias de DanielDecifrando as Profecias de JoãoO Aquecimento Global – Uma Visão Espiritualista, dentre outros.
Conforme preconizado por Jesus de Nazaré, considerado o governador espiritual do planeta Terra, no Final dos Tempos, ou Tempos Chegados, toda a verdade seria revelada. Nossa humanidade já atingiu um patamar de evolução que lhe habilita a passar de um mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração, e entender melhor o que os profetas e videntes do passado queriam nos dizer, com palavras simples. Também a física quântica nos abre uma grande janela para a compreensão do mundo espiritual, dos universos paralelos e de toda uma fenomenologia que até recentemente ficava por conta do milagroso e maravilhoso.
Diversas obras de cunho espiritualistas vêm trazendo uma série de revelações sobre o passado de nosso planeta, e sobre a colaboração dos extraterrestres – os deuses do passado – no desenvolvimento do chamado Homo Sapiens. Também falam de seu retorno nesse momento atual de transição, para colaborar com a nossa humanidade nos momentos difíceis dessa transição, bem como na reconstrução do planeta após os grandes abalos geológicos causadas pelos eventos cósmicos que já haviam sido alertados por Jesus há mais de 2 mil anos, quando ditou a João Evangelista os pormenores que ficaram  registrados no Livro do Apocalipse.
Preparemo-nos para grandes revelações, sem temores religiosos infundados, ou com desesperos infantis, balizando-nos pela ciência, pela inteligência e pela intuição. Mas, a única forma de passarmos incólumes por isso ainda é a velha e sábia recomendação do “Amai-vos uns aos outros”.

´ 

♦♦♦ RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, é o mais antigo colunista do Jornal do Feio

AVANÇO




'Ciência na Ilha' ajuda a formar professores da rede estadual


Nessa terça-feira/28, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), por meio da Unidade Seduc na Escola (USE) 12, começou a receber uma série de ações do Projeto Ciência na Ilha, iniciativa do Clube de Ciências da Universidade Federal do Pará (UFPA), que neste ano beneficia a população da Ilha de Cotijuba, pertencente a Belém. O objetivo do evento é popularizar a ciência entre os estudantes da educação básica, promovendo a aproximação da escola com a universidade e a formação de professores da rede pública, com oficinas executadas em parceria com o Centro de Formação de Profissionais da Educação Básica do Pará (Cefor), da Seduc.
O evento começou com as oficinas destinadas a professores, realizadas na Escola Estadual Avertano Rocha, em Icoaraci, distrito de Belém. Cerca de 90 professores da USE 12 devem participar das atividades, que prosseguem até quarta-feira (29). Na quinta (30) e na sexta-feira (1º), as ações serão realizadas em Cotijuba, com alunos e outros membros da comunidade da ilha.
“Muitas vezes, o aluno da educação básica não tem ideia do que pode existir em relação a ensino fora dos muros da escola, principalmente nessas regiões mais isoladas. Então, com o projeto a gente visa também mostrar para esse estudante que ele pode continuar a estudar depois da escola, ou seja, oferecer novas referências para esse jovem que, muitas vezes, vive numa vulnerabilidade social grande”, explicou o professor João Amaro, coordenador do Clube de Ciências da UFPA e um dos coordenadores do Projeto Ciência na Ilha.
Ensino atrativo - O professor de matemática Marcelo Santos, da Escola Estadual Jorge Lopes Raposo, também de Icoaraci, atua no ensino fundamental e médio e diz que a oficina da qual participa, específica para o ensino de matemática no ensino médio, vai agregar conhecimento ao trabalho desenvolvido em sala de aula. “Hoje não dá mais para o professor ficar só com o quadro como recurso, e esse tipo de oficina contribui muito para mudar nossa prática pedagógica, pois nos ajuda a olhar o conteúdo do ensino médio de maneira mais lúdica, tornando a aprendizagem algo mais atrativo para os estudantes”, frisou.
A professora de História Fernanda Jaime, da Escola Estadual Professora Marta da Conceição, em Cotijuba, também participa das oficinas e destaca a importância do Projeto Ciência na Ilha. “Esse projeto é fundamental porque, muitas vezes, as pessoas frequentam a Ilha de Cotijuba apenas em busca do lazer e acabam esquecendo de que se trata de uma área de proteção ambiental, embora ainda não legalizada. E como é uma ação que vai envolver também a comunidade, ajuda a conscientizar, a fazer a própria população cuidar da área, para que no futuro crimes ambientais que hoje estão acontecendo lá não voltem a se repetir. São projetos como esse que fazem a comunidade se sentir sujeito da história que pratica”, acrescenta.
A mesma opinião tem a gestora da USE 12, Aline Socorro, que destaca o caráter de interação da programação, que será encerrada com dois dias de atividades na Escola Marta da Conceição, em Cotijuba. “Essa prática é muito legal porque proporciona a interação entre a comunidade e a escola. A escola é, na verdade, o foco central, por isso, nos dois dias de atividades pedagógicas, ela vai estar aberta a todos e também vai receber os estudantes da UFPA, que farão atividades com o nosso alunado”, informa a gestora.
________________
Elck Oliveira
Agência Pará

11/24/2017

CÍRIO DE ICOARACI


Obrigado,   

Senhora das Graças.



       Aldemyr Feio (*)

Dde joelhos aos vossos pés ó Grande Soberana Rainha Mãe e Medianeira de Todas as Graças, venho mais uma vez orar e agradecer por tudo que concedestes a este humilde e indigno filho nesses 365 dias que se passaram, após o nosso último encontro, momento antes de lhe conduzir, juntamente com todos os meus irmãos, pelas ruas desta Vila-Cidade, que é vossa.
Obrigado por tudo me vos me concedestes neste ano; obrigado por me conservar com saúde, pelas minhas conquistas, pela minha aposentadoria após 35 anos servindo com amor e entusiasmo Belém, Outeiro e a minha querida idolatrada Icoaraci, que em 1968 eu apelidei carinhosamente de Vila Sorriso ; e, ainda. pelas muitas oportunidades que me permitites de ser útil à tanta gente que de mim se aproximou. Agradeço, também, pelas coisas ruins que me acorreram...mas... o meu amor por vós foi maior e consegui superá-las.
         Mãezinha do Céu: obrigado por vos me fazer humilde e bom; por me ter permitido viver e poder contemplar mais um Círio de Vossa Graça Santíssima e, assim, poder voz louvar e bendizer a Vossa Majestade, e proclamá-la a todos através do pendor que vos me destes de ver, sentir, fazer e divulgar através das mensagens escritas e sua verdade,  o vosso “Magnificat”.
         Obrigado por abençoar a minha velha casa, bem vividos; por abençoar e proteger a minha Telma, a doce menina dos meus sonhos, razão maior de  minha vida simples, com as suas travessuras, alegrias, esperanças, ilusões e acima de tudo com o seu exemplo.
         Sim, Excelsa e Doce Mãe Celestial, neste ano cuidastes, uma vez mais, da moça que leva o vosso nome, companheira maravilhosa; minha alegria; meu amor, que caminha comigo há 30 anos; que corrige os meus erros; que me dá segurança, conforto, compreensão e que  conduz pelo resto do caminho.
         Mãe do Céu, Grã Rainha, Mãe de Deus, Minha Mãe, agradeço-vos por ter relevado os meus erros - que foram muitos. Fostes sempre o meu refúgio e a minha esperança e o regaço das minhas horas tristes e difíceis, como por exemplo, quando perdi um amigo. Muito mais que um amigo muito querido, a quem aprendi a querer e estimar como se fosse meu irmão – o  major-engenheiro PM Sérgio Roberto Ramos de Oliveira, outro grande apaixonado por vós.
        Ao saber da notícia, de forma insólita, no início da manhã, me senti fragilizado. Mas confiei em Vós. Sob a vossa proteção, me senti com força e coragem e, seguro, fui dar o último adeus ao amigo.
         Lá na Capela do Recanto a jazia num ataúde o meu companheiro de lutas e ideal, com semblante calmo e feliz. Mas parecia com o vosso Filho Jesus, dormindo, aqui na terra... pois naquele momento já se encontrava ao lado dos querubins e serafins.
Com o vosso manto enxugastes as minhas lágrimas, me concedestes o consolo necessário e benfazejo. Através do vosso amor e do rosário bento que o acompanhou até o túmulo, me fizestes compreender naquele momento o mistério da criação; que a vida é curta, e que todos nós, vossos filhos, viemos a este mundo para conhecer, amar e servir o vosso Filho Unigênito e à Sua Igreja. Sérgio Ramos não irá assistir a passagem do Vosso Círio do alto da sua casa na 5ª Rua (Coronel Juvêncio Sarmento) mas do céu, onde se encontra.
         E nem a propósito, amanhã, segunda-feira, 27, Sérgio completa 11 meses de falecido;
         É o destino de todo o cristão, um dia retornar ao Pai. No cemitério, momentos após descer à sepultura, fechei os olhos e as lágrimas brotaram em profusão. 
         
    Senhora, confesso, doeu muito; mas pude contar com vosso amor sem fim, sempre vigilante, fortalecendo o meu coração.
        Hoje, Santa Senhora, realizamos mais um Círio; o 65º desta Vila-Cidade que vive sob a égide de vosso coração imaculado. Mas uma vez a imagem, a vossa imagem santa e inconfundível, acomodada carinhosamente na berlinda, caminhará pelas ruas de Icoaraci conduzida por este povo que vos ama.
      Hoje, como sempre ocorreu nesses 13 lustros, todos serão um em torno na mesa do Pai Celestial, tendo vós, Ó Maria, como Medianeira. Hoje não haverá credos discrepantes: a fé deste povo em vós, Mãe Santíssima, dominará todos os corações.
         Finalmente, Maria - Virgem e Mãe, Medianeira de Todas as Graças, juntamente com Jesus Cristo - Nosso Senhor e Nosso Deus e Nosso Único, Todo e Suficiente Salvador - rogo-vos, humildemente, numa prece fervorosa, que faça descer as suas graças e abençoe o povo da minha Vila Sorriso, cuja fé conheceis, e que hoje é renovada na piedosa caminhada do Círio; abençoe  a minha Telma Maria Menezes; abençoe o Luís Eduardo, o Adelmo, a Ágatha Yohana nossos filhos; minha sogra e segunda mãe, Terezinha de Jesus Sales; D. Conceição Avelar, meus parentes, amigos e tantas outras pessoas que me querem bem, em especial, Ana Amélia, Ana Gabriela, e Sergio Roberto Ramos de Oliveira Filho, Lucas Gabriel, Daniele e Ana Louise - esposa, filhos e netos de Sérgio Ramos - para que, possamos, num uníssono,  proclamá-la eternamente Rainha do Céu e da Terra.
        Mãe Senhora e Medianeira de Todas as Graças, peço-vos fervorosamente, cuide da minha vida, cuide de mim e do meu amor.
 Daí pureza à minha alma e convicção à minha fé. Amém.
_______________________________

(*)  Aldemyr Feio é Advogado,  Jornalista,  Publicitário e Relações Públicas; editor do jornal O ESTADO; membro das Academias Paraense de Jornalismo e de Letras Interioranas; Há 11 anos edita este blog.