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8/18/2016

NOVA IMORTAL



FRANSSINETE 

FLORENZANO

na Academia Paraense de Jornalismo


8/12/2016

MÉRITO


ÁLVARO VINENTE é Cavaleiro  da Ordem do Mérito Judiciário do Pará






O

 jornalista ÁLVARO LUIZ VINENTE DE SOUZA, Chefe de Reportagem da TV RBA – Canal 13, recebeu nessa quinta-feira/ 11, - data em que se comemoram os 189 anos de fundação dos primeiros cursos de direito no Brasil, - das mãos do desembargador Constantino Augusto Guerreiro, presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), a Medalha da Ordem do Mérito Judiciário, no grau de Cavaleiro.
A cerimônia foi realizada no Plenário Des. Oswaldo Pojucan, no edifício-sede do Tribunal, na Praça Felipe Patroni. Instituída pela Resolução nº 008/2005, de 1º de junho de 2005, a insígnia é outorgada por decisão unânime dos membros do Conselho da Ordem do Mérito Judiciário Paraense.
Na escolha dos homenageados são considerados "os inestimáveis serviços prestados ao povo e ao Estado do Pará por aqueles que, numa labuta profissional incessante na busca do desenvolvimento neste Estado, de forma desprendida de qualquer interesse pessoal, com competência técnica e postura ética, enobrecem e servem de exemplo a todos". Os graus que compõem a Ordem são: Grã-Cruz, Grande Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro.
ÁLVARO LUIZ VINENTE DE SOUZA, ou simplesmente Álvaro Vinente, natural de Oriximiná, Pará, formado pela Faculdade de Comunicação Social da Universidade Federal do Pará/UFPa, está na atividade jornalística há 40 anos,
Além de excelente colega, Vinente é escritor.
O redator do Jornal do Feio seus colunistas e colaboradores cumprimentam o colega, Álvaro Vinente - cuja outorga da Medalha da Ordem do Mérito Judiciário, no grau de Cavaleiro enche de orgulho os jornalistas paraenses


8/09/2016

MEMÓRIA


Chalé Tavares Cardoso em restauro




Ohistórico e belo Chalé Tavares Cardoso, na vila de Icoaraci, tombado como patrimônio histórico, e que abrigou a Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha na década de 1970 e o museu de Artes Populares, mas estava caindo aos pedaços, começou a receber  restauro. Construído entre 1870 e 1912 por Eduardo Tavares Cardoso, dono de uma livraria, o prédio tem traços característicos da belle époque, período do auge do ciclo da borracha no Pará. Desativado pela Prefeitura de Belém em 2014,  por problemas estruturais, desde então a biblioteca passou a funcionar em local provisório, na orla do distrito. Agora, toda a edificação, que inclui térreo, andar superior e subsolo, numa área total de 1900 metros quadrados, será recuperada, bem como o telhado, mantidos os traços originais arquitetônicos. Também será feito novo forro, coberto por manta impermeabilizante, a fim de evitar infiltrações. 
A obra está na fase de instalação de sondagem e execução de estacas-raiz, para reforçar a estrutura do prédio. Serão mais de 50 pontos de fundação, com cerca de 20 metros de profundidade, cada um. A fachada suntuosa e rica em detalhes será toda reconstituída, e executadas novas redes de drenagem, elétrica e hidrossanitária. A imponente escadaria de madeira será refeita, respeitando os adornos e detalhes decorativos originais. O guarda-corpo em madeira, tanto das escadarias quanto das varandas, também será  recuperado. A empresa que está executando os serviços garantiu que vai montar, no local, uma oficina de marcenaria para trabalhar minuciosamente cada peça de madeira. A obra, iniciada em julho, está orçada em R$2,6 milhões e tem previsão para ficar pronta em 12 meses.
Vamos acompanhar e cobrar.


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Compilado do Blog Franssinete Florenzano

RAY CUNHA



Eu velho



Sinto, claro, agora, perfume de jasmineiros
Chorando em tórridas madrugadas em Macapá
Chanel 5
O mar
A eternidade se aproxima
Vertiginosa como a Terra no espaço
Mistério abismal de mulher nua
O Pico da Neblina
O Hilton Internacional Belém
Copacabana.
Autografo livros
E à noite bato papo com Fernando Canto
Sobre telas de Olivar Cunha
Flutuando numa garrafa de Dom Pérignon safra de 1954
Este 7 de agosto, como em todos os anos
Tem cheiro das virgens ruivas e gosto de acme


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••• RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, e o mais antigo colunista do Jornal do Feio


8/03/2016

CRÔNICA DE SAMPA


São Paulo antiga

E
u nasci em São Paulo em 1951, lembro pouco dessa década, apenas pessoas muito bem vestidas, os homens normalmente de terno e chapéu e as mulheres de vestidos ou saia e blusas discretas, bolsas e joias. Lembro de andar de bonde. a princípio pegávamos no bairro de São Judas, onde morávamos e íamos em direção centro, ou parávamos na Primeira Sessão, onde hoje é a Praça da Árvore, onde o comércio era bem desenvolvido. Domingo íamos à Missa na Igreja de São Judas, com a nossa melhor roupa, as crianças ganhavam um cartãozinho, para poder assistir filmes ou seriados a tarde em um salão ao lado da igreja.
No ano de 1956 mudamos para o bairro de Indianópolis, onde dois anos depois entrei no primário na Escola Agrupadas de Vila Helena; já na década de 60 fiz o ginásio no Colégio Estadual do Villalva Jr. 
Nessa década já víamos mais carros nas ruas, principalmente fuscas, os taxis normalmente eram DKVs; começamos a ir sozinhos nas matinês do Cine Jurucê ou Cine Joá em Moema.                  
Morávamos perto da TV Record, e normalmente íamos aos domingos, no Circo do Arrelia logo depois do almoço e no fim da tarde assistíamos a Gincana Kibon do Vicente Leporace.
As brincadeiras eram de rua, pega pega, pular cela, queimada, jogar futebol nos campinhos; corríamos atrás de balões, empinávamos pipas. Éramos quase todos magros, com atividades intensas; assistiamos televisão somente a noite com os nossos pais. 
Em 1965 já adolescente e cursando o ginásio, me interessei por música; Não perdia um programa da Jovem Guarda; fã dos Beatles, gostava de cantar e tocar principalmente um rock.
Em 1970 já trabalhava de dia e estudava a noite, aí acabou a moleza, - já começei a viver vida de adulto, com responsabilidades.
Hoje lembro com saudades dos anos dourados, dos amigos de infância. Sou grato, principalmente a minha mãe e os bons professores pela educação recebida. 
São Paulo hoje continua lindo, grande metrópole, com alta tecnologia, lindos prédios, carrões... mas não tem o glamour de antigamente, que só quem viu e viveu os anos 50/60 pode avaliar, como diz o nosso ídolo Roberto Carlos: "Velhos tempos belos dias".
Abraços e beijos a todos, principalmente aos brotinhos que hoje são sex...agenários, e frequentam as mesmas filas, estacionamentos, somos preferenciais, Graças a Deus. 
Saudações Ticolores!
Fui!
...mas na semana que vem , eu volto!!!

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Eu e o meu cachorro Flex nos anos 50
Eu e o meu sobrinho Cláudio nos anos 60




Ricardo Uchôa Rodrigues

GRANDE MESTRE






N
o próximo dia 26 de agosto, Mestre Verequete, um dos nomes mais importantes da cultura paraense, completaria 100 anos de idade. Para celebrar a data, a Cultura Rede de Comunicação realiza o projeto “Centenário Mestre Verequete”, reunindo artistas para releituras da obra do grande ícone do carimbó tradicional.
Seis artistas participam do projeto: Grupo Quaderna, Nazaré Pereira, Olivar Barreto, Lúcio Mouzinho, Thaís Ribeiro e Pedrinho Callado, que também assina a produção musical. Cada artista regravou duas músicas do mestre, e as releituras já estão na programação da Cultura FM.
Nessa terça-feira, dia 02, será gravado um especial para a TV Cultura, no Espaço Cultural Coisas de Negro, em Icoaraci (Travessa Lopo de Castro, antiga Cristóvão Colombo). Participa da homenagem o Grupo Uirapuru, que acompanhou Verequete durante toda a trajetória do Mestre.   
Segundo Alberto Fares – meu querido amigo Beto -, diretor da Cultura FM e idealizador do projeto, a proposta é revisitar a obra de Verequete, divulgando o nome do Mestre entre as novas gerações. “Ele é uma das pessoas que urbanizou o carimbó, mas sem tirar as diretrizes principais. Também colocou elementos do candomblé - e isso fez uma grande diferença”, explica.
Para Pedrinho Callado, o carimbó é a grande matriz da música paraense. As releituras, no entanto, não se restringem ao ritmo imortalizado por Verequete. “Temos cúmbia, lambada, carimbó elétrico, mas o carimbó de raiz está na base do projeto. É uma revitalização da obra, sem perder a essência”, diz ele, que toca vários instrumentos na banda que compõe o projeto, ao lado do contrabaixista Ney Rocha e dos percussionistas Rafael Barros, Franklin Furtado e JP Cavalcante.
Com 33 anos de carreira, o músico Lúcio Mouzinho diz que se sentiu honrado pelo convite. “É muito especial participar desta homenagem ao grande ícone da nossa música. Vi várias apresentações do Mestre Verequete com o Grupo Uirapuru, acompanhei a trajetória dele. Sem dúvida, ele foi único ao trazer para o carimbó a religião de matriz africana”, diz o artista.
O programa especial terá duração de uma hora e será exibido pela TV, Rádio e Portal Cultura, no dia 26 de agosto, quando se comemora também o Dia Municipal do Carimbó.
Até antes de falecer - 3 de novembro de 2009Augusto Gomes Rodrigues - Mestre Verequete - nascido  no dia 26 de agosto de 1916 na comunidade Careca, às proximidades de Quatipuru) residia na Rua Dois de Dezembro (7ª. Rua)  em Icoaraci, a minha Vila Sorriso.
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Com o apoio de Carlos Reis

7/23/2016

FELICITAÇÕES



Parabéns, Comendador RAYMUNDO MÁRIO SOBRAL




O
 Jornal do Feio sente-se honrado em cumprimentar o Comendador e jornalista 
RAYMUNDO MÁRIO SOBRAL, pelo transcurso do seu aniversário natalício na última quarta-feira/ 20;
Antigo “Realizador” da extinta TV Marajoara - Canal 2, realizou e levou ao ar um monte de peças maravilhosas e inesquecíveis, como por exemplo Morro dos Morros Uivantes de Emile Bronté, tudo ao vivo,com poucos ensaios, cenários próprios e atores devidamente caracterizados, todos oriundos do Grande Teatro Marajoara, transmitido pela ZYE-20 – Rádio Marajoara.
Além disso, para marcar a sua presença escrevia e produzia os programas de humor da emissora.
Em mais de 50 anos de jornalismo, criou uma série de personagens que se tornaram populares, dentre elas as que eu acho mais destacadas Ranulpho Dias, Ocrides Candiru e Tatá Quero Mais, além de um núcleo de informações de tudo e de todos, a Pensão da Cotinha!
Foi também “realizador” por vários anos do Concurso de “Miss Pará”, que dividiu com Rubens Onetti - promotor de eventos – e não foram poucos! – candidato a vereador (observem a foto!) e editou por mais de 20 anos o PQP - Jornal pra quem pode, tabloide mensal (criado em 1979) que marcou época no jornalismo paraense, revelou e deu oportunidade a vários “focas” que até hoje militam nas redações.
Para não ficar longe das lides de imprensa, edita há 18 anos uma revistinha, mês sim, mês, muito simpática, séria e de graça Chá de Cadeira, de circulação dirigida e distribuída a órgãos públicos, autoridades, hotéis, agências de turismo, etc. Ela é encontrada nas melhores salas de espera da cidade.


Em 1987, foi tema da Escola de Samba Quem São Eles, - do bairro do Umarizal onde nasceu e reside (Travessa Almirante Wandenkolk) - com enredo  O Escambau Ilustrado do Comendador.
Duas vezes por semana – as quartas e sábados - escreve a gostosa coluna Jornaleco, no Dário
 do Pará, encontrada no Caderno Você.

Sobral também é escritor. Publicou O Candiru 

de Ocrides: Crônicas. Belém 

Ed.Grafisa, 1976OMotel de Ocrides: Crônicas

Belém, Ed. Grafisa, 1978; Repórter 69. Belém, 

Ed.Cejup, 1987; Santa Ignorância - 20 Anos de 

Papel Pintado. Belém, 

Ed.Santo Antônio, 1993;Melhor do PQP - O Livro 

dos 15 Anos. Belém, Ed. Santo 

Antônio, 1994Dicionário Papachibé - A Língua 

Paraense: 1996;  já na 6ª edição.

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Sobral é muito amigo de Icoaraci, por isso acrescento neste registro, as felicitações do povo da Vila Sorriso, onde a gente é feliz todo dia sem olhar no calendário, segundo Pires Cavalcante.

PARABÉNS COMENDADOR RAYMUNDO MÁRIO SOBRAL

QUE DEUS O ABENÇOE.

7/22/2016

CRÔNICA DE SAMPA


Velejar e Mergulhar

Nos anos 60, quando ainda estudava no ginásio conheci o José Spinelli, Zeca para os amigos, mas só no começo dos anos 70, quando comecei o namoro com a Fátima e ele com a Palma, que houve uma empatia e saíamos sempre em dois casais. Casamos e fomos padrinhos de casamento um do outro, e eles batizaram o Fábio, o nosso primeiro filho.
Fizemos engenharia na Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), trabalhamos na mesma empresa por quase sete anos, e nunca perdemos o contato.
O Zeca, sempre foi muito ativo; é piloto de avião, inclusive chegamos a voar com ele de planador em São José dos Campos, mas ele acabou se dedicando mais ao seu veleiro e passou a dar aulas de mergulho, se tornando fera nessa área, inclusive recebeu recentemente um título internacional da maior Certificadora do Mundo a Membership Achievement Award, pelos seus 20 anos como profissional de mergulho.
Você pode encontrá-lo facilmente pelas praias de Ubatuba, velejando no Soneca, inclusive pode programar um passeio nos mares do litoral norte de São Paulo. 
Acompanhamos de perto o curso de mergulho que ele ministrou para o nosso filho Danilo; inclusive ficamos hospedado na sua casa, onde fomos regiamente tratados por ele e sua esposa Cecilia.                          
Quem quiser conhecer esse belo trabalho, passear no veleiro Soneca ou mesmo fazer um curso de mergulho, poderá encontrá-lo no 
celular 12 99729 2135; ou maiores informações no site www.tio-spinelli.com facebook https://www.facebook.com/jose.spinellineto?fref=ts                                          
Como o próprio Zeca diz: Você tem essas opções, ou se preferir, pode ficar quatro horas em um congestionamento na Av. 23 de maio; ou mesmo, na Marginal aqui da capital....
Hahahahaha.
Abaixo foto do veleiro Soneca, do professor Spinelli e o Danilo  voltando da aula de mergulho.

Saudações são-paulinas.
Semana que vem eu volto, se Deus e o frio de Sampa - melhorou pouco aqui pras bandas do Jardim Catarina -permitirem.



  
Ricardo Uchôa Rodrigues


7/21/2016

RAY CUNHA


O acupunturista velho


BRASÍLIA, JULHO DE 2016 – Sou aluno do Curso de Medicina Tradicional Chinesa da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc). A maioria dos meus colegas são jovens, inclusive os professores; boa parte deles são pessoas de meia idade, e alguns são idosos. Talvez eu seja o mais velho, 62 anos. Outro dia um colega ficou preocupado comigo, pois, no seu entendimento, firmar-se como acupunturista pode levar 10 anos; então, eu estaria com 72 anos. Expliquei-lhe que não me preocupo nem com amanhã, quanto mais com 10 anos.
A eternidade é agora; a minha curtição é agora. Só as centenas de pacientes que já atendi voluntariamente, e o sorriso que ganhei de presente de muitos deles, valem mais do que 50 anos de mercado.
Para mim, o significado de juventude é único. Sinto-me, inequivocamente, espírito, e no mundo espiritual não existe a dimensão do tempo. O corpo se submete às leis da matéria: espaço – altura, largura e espessura –, tempo, força de gravidade e código genético. De modo que chega um momento em que até as pessoas mais saudáveis, mais fortes, mais cheias de vitalidade, vão esmorecendo, perdendo o viço, encolhendo, murchando, esfarelando-se, o rosto vai ficando como maracujá de gaveta, as juntas vão emperrando, o coração se esforça desesperadamente. Velhice é a aproximação da morte.
Às vezes, aparece uma rosa que incendeia o coração, e então o Qi da alegria transforma de novo a vida num jardim, e sentimos que a eternidade é agora, intensidade, poesia, vida. A vida jamais se extingue; o que se extingue é a matéria, a matéria sem a vida – átomos.
Os jovens não sabem disso. O que os jovens sentem é que são fisicamente imortais, talvez porque ainda não despertaram para o mundo espiritual. Os jovens são também imortais por causa da beleza inerente à juventude; a beleza é imortal por si mesma, contêm a eternidade das rosas.

Caro colega, já estou descendo a ladeira, sem freio, mas essa velocidade é nada perante o cheiro azul do mar, o perfume das virgens ruivas, as asas da luz.

♦♦♦


••• RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, e o mais antigo colunista do Jornal do Feio

7/19/2016

HOMENAGEM


Livro de Jr. Guimarães terá 2ª edição



A família do escritor José Raymundo de Oliveira 
Guimarães (Júnior Guimarães), falecido 
prematuramente há oito anos, vai bancar a 2ª edição da sua obra Icoaraci - Monografia de um Megadistrito atualmente esgotada.
De acordo com um dos membros da família, tal atitude é uma forma de homenagear o irmão-caçula, falecido em pelo vigor da juventude aos 25 anos, assim como, contribuir para a memória e para cultura icoaraciense, uma vez que a obra é contentemente solicitada nas escolas, colégios, repartições públicas e na Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha e os poucos exemplares existentes são disputados pelos estudantes e pesquisadores da terra.


A nova edição de Icoaraci – Monografia de um Megadistrito está
sendo atualmente revista e ampliada, com o apoio de uma 
equipe - da qual faz parte, o repórter eu, Aldemyr Feio, redator 
deste blog – primo de Júnior Guimarães - que espera concluir o 
seu trabalho até o primeiro semestre deste ano do próximo 
ano. 

7/16/2016

CRÔNICA DE SAMPA



LIVRES PARA VOAR

N
o aniversário de 59 anos da minha esposa Fátima, nosso filho Danilo a deu de presente um salto de paraquedas. 
Em belo domingo do mês de março fomos até a cidade de Boituva, que fica a 123 Km da capital paulista, onde essa prática é comum por lá. Antes de entrarmos na cidade, ainda na Rodovia Castelo Branco, já avistamos no céu alguns paraquedas descendo, uma imagem inesquecível! 
A maior surpresa foi que, só no dia anterior fiquei sabendo que eu também iria soltar, meu filho também me incluiu no pacote. Ainda tentei argumentar, que não era bem esse o meu sonho de consumo, mas não houve acordo, já estava tudo acertado, se a mamãe tinha aceitado numa boa, não era eu que iria amarelar naquela hora.
Após um breve treinamento e algumas orientações em terra, colocamos os equipamentos e entramos em um avião de pequeno porte, alguns sozinhos com os paraquedas e outros com os seus respectivos instrutores. Todos sentados no chão, subimos a 12000 pés de altitude, quando foi aberta a porta do aviãozinho prefixo PT-OGY. 
Tudo estava indo muito bem até colocarmos os pés na porta aberta e olharmos para baixo, aí a adrenalina foi a mil, na minha vez fui arremessado como uma bala de canhão, o vento batia muito forte em meu rosto, mais após alguns segundos o paraquedas abriu aí foi só alegria, parecia que estava flutuando como um planador, aí sim deu pra apreciar a paisagem vista do alto, os carros, casas, arvores, pessoas, todas vistas lá do alto em um visual deslumbrante,até chegarmos ao chão sãos e salvos. 
Foi uma emoção indescritível, que irá ficar sempre na nossa memória.
É isso aí, gente.
Tá pesando quê? O velho ainda queima óleo 30!
Se fosse um pouquinho mais novo iria me candidatar para concorrer nas olimpíadas.
O paulistano aqui tem sangue paraense correndo nas veias.
É, como vocês dizem aí nas plagas papa chibés, sou madeira de dar em doido
Saudações são-paulinas.
Semana que vem eu volto, se Deus e clima de Sampa permitirem.

♦♦♦♦♦



Olha eu aí no espaço!



Fátima mostrou que é parceira em tudo: na terra e no ar 


Ricardo Uchôa Rodrigues

7/15/2016

TRABALHO PROFÍCUO



CAPITÃO SÉRGIO RAMOS deixa o Outeiro




O amigo de fé e irmão camarada Capitão Engenheiro PM Sérgio Roberto Ramos de Oliveira (Capitão Sérgio Ramos), está deixando a Diretoria do Núcleo de Planejamento, da Administração Regional de Outeiro/AROUT,  após quase um ano de atividades. Na importante função emprestou o melhor da sua competência técnica e profissional.
Sérgio tem motivos suficientes para sentir-se 
feliz. 
A menos de um mês a sua filha Ana Gabriela Santos Ramos de Oliveira, diplomou-se 
em Direito pela UNAMA.
No último final de semana, a jovem advogada voou para a Brasília onde fez palestra sobre o tema "A violência Obstétrica" num importante encontro promovido pela Universidade do Distrito Federal.
E em agosto Sérgio Roberto Ramos de Oliveira Júnior, outro filho de Sérgio, receberá o Grau, também em Direito, pela UNAMA.
Sérgio Ramos, na foto especial para este blog aparece junto da esposa Ana Amélia, ladeado pelo repórter e da contadora Telma Menezes.

VISITA ILUSTRE


Padre Hirlan Figueiredo veio visitar o seu povo



O novel padre Hirlan Figueiredo que logo a 
ordenação foi designado pela Mitra
Arquidiocesana para a Paróquia de Nossa 
Senhora da Conceição – Outeiro , esteve entre nós por ocasião da entrega  da Igreja de São Batista e Nossa Senhora das Graças, completamente recuperada,
Uma delegação da igreja do Outeiro, ondeHirlan
faz um excelente trabalho, o acompanhou.


IMPRENSA ICOARACIENSE


Já que se fala n´O ESTADO, está nas ruas a edição mais recente, com matérias interessantes e a impressão com qualidade O Liberal.

Confiram.




Assunto puxa assunto:
Jornal da Vila se prepara para voltar em grande estilo.  Quem garante é John Charles Torres, professor, filósofo e futuro jornalista – está se formando – criador e responsável pelo jornal.