8/12/2007

Meu amigo... Meu Pai!


Algumas palavras, algumas ações decorrente de conduta e de comportamento me fazem derramar lágrimas e me provocam uma dor na garganta para ter que conter o meu choro e a minha saudade do meu Pai.

Ele foi o meu melhor amigo, o amigo que tive e que muitas vezes eu não percebia. O amigo que me fazia brigar com Ele apenas para que Ele não bebesse nada de álcool.

O amigo que eu nunca mais vou ver!

O amigo pelo qual eu vou continuar me esforçando para manter honrado o nome que Ele me deixou.

O Amigo que me ensinou, muitas vezes, que os meus filhos devem ter para mim o mesmo significado que eu tive para Ele.

Um amigo que Deus levou para junto Dele, mas que o deixou no meu coração.

Um amigo que me ensinou o verdadeiro significado do arrependimento.

Um amigo que se foi e que levou parte de mim com Ele, mas que deixou parte Dele comigo e em mim.

Que deixou amor no meu coração.

Que deixou um ensinamento que me leva ao caminho sagrado da paciência, da razão, da perseverança, da probidade, da honra e da necessidade de me esforçar para continuar sendo o que Ele mais me desejou... Um amigo que desejou que eu sempre fosse feliz.

Em, 12 de março de 2006.


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Jorge Dorival Torres Benigno

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